A estrada do Conde

A estrada do Conde

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O nome é nobre, mas a buraqueira é miserável. E não adianta tapar buracos, pois como diz o velho ditado “não se costura pano novo em pano velho”, porque isso é apenas um paliativo.

O que é preciso é uma nova estrada, um asfalto de qualidade e que resista ao tempo e ao peso dos veículos que por ali transitam.

Conheci a estrada do Conde quando era puro chão.  Era poeira mesmo. Quando ainda havia uma ponte de madeira, lá perto do Instituto de Pesquisas. Todavia o trânsito era mínimo, mais carroças que automóveis, mais bicicletas numa estrada quase sem movimento algum. Era uma desértica estrada, com seus eucaliptos formando uma espécie de túnel a céu aberto.

Hoje é uma via perigosa, eis que o trânsito ali é intenso, a correria é grande, os motoristas desavisados são muitos e a imprudência não observa que um pequeno buraco pode causar um grande dano ao carro e especialmente à integridade física das pessoas.

Quem sabe um dia, quando a consciência dos administradores dos Municípios de Guaíba e de Eldorado do Sul, num momento de cidadania e de resposta aos impostos que são arrecadados para retorno em benefícios à população, façam a parte que lhes toca.

Até lá, a esperança é a tônica porque senão estaria tudo perdido. Vamos esperar que nada de grave aconteça, pois uma vida vale mais do que algumas toneladas de asfalto.