Descobrir o amor

Descobrir o amor

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Desde muito pequenos amamos de formas muito diversas. Aprendemos o amor mais puro nos primeiros contatos com a nossa mãe. Com o convívio e carinho aprendemos a amar nosso pai, que está ali sempre pronto quando precisamos dele. De início, dedicação e cuidado nos ensinam a amar. Quando nosso irmão quebra algo que gostamos muito, a gente entende que não consegue deixar de amá-lo e descobrimos a linha tênue que existe entre amor e ódio.

Crescemos e descobrimos algumas pessoas com as quais a conversa flui mais fácil, com quem tu te sente totalmente à vontade, briga e não consegue ficar de mau por muito tempo. Conhecemos então o amor pelos amigos. Mais adiante, na vida descobrimos o amor sexual, aquele que quando recíproco nos une a uma pessoa reproduzindo aquele primeiro amor familiar. Alguém que reúne todos os tipos de amor. Na busca por esse amor completo acabamos esquecendo que ele só pode existir quando todos os outros tipos de amor também existem. Buscamos desesperados o amor no outro, precisamos de alguém que possa reproduzir o amor dos nossos pais e passamos a achar que esta é a única forma de amor. Mas o que às vezes deixamos passar é que esse amor tão forte só pode existir quando temos todos os tipos de amor florescendo no peito. Nós permitimos que o amor aconteça e quanto mais se ama, mais se aumenta a capacidade de amar. Para ser amado é preciso amar primeiro.