>Alerta da dengue na cidade

Alerta da dengue na cidade

Saúde

Guaíba já registrou de janeiro de 2018 e abril de 2019, 578 focos do mosquito Aedes aegypti em 20 diferentes bairros da cidade (exceção Malessa e Logradouro). No Estado, já foram confirmados 291 casos de dengue, um caso de Chikungunya (Esteio) e um caso de Zika (Gravataí). Desses, 109 são de Porto Alegre, sendo 101 autóctones e 8 importados. Sabemos que, diariamente, inúmeras pessoas oriundas de Porto Alegre e outras cidades da região metropolitana, com focos dessas doenças, deslocam-se para Guaíba e vice-versa. A Coordenadora e Laboratorista da Vigilância Ambiental e Médica Veterinária, Elisa de Menezes Teixeira, destaca que a população está sempre exposta a contrair Dengue, Zika e Chikungunya, através da contaminação dos mosquitos Aedes aegypti que se encontram espalhados em 20 diferentes bairros e dar “carona”, através de meios de transporte utilizados, como carros, ônibus, catamarã, caminhões e outros, a mosquitos contaminados provenientes de outros lugares.
“Há um risco iminente e concreto para a população de Guaíba, visto que possuímos todos os fatores que predispõem à entrada desses vírus com consequências letais à saúde. Frente à fragilidade do sistema de saúde da cidade, o único caminho que nos resta é a prevenção desse problema. Por essa razão, precisamos da participação de todos os cidadãos nesta luta”, observa a especialista.
Em virtude disso, a população de Guaíba está sendo convida a participar do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti(2º LIRAa) que ocorrerá entre os dias 13 a 24 de maio. Nesse período, cerca 1730 imóveis de 22 diferentes bairros serão vistoriados para a coleta de larvas, pupas e mosquitos. Essa atividade tem como objetivo a obtenção do índice de infestação predial do município. “Precisamos que a população permita o acesso aos imóveis dos agentes de saúde pública, agentes comunitários e agentes da defesa civil, pois somente dessa forma é possível localizar e eliminar os focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor de Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela, disse Elisa de Menezes Teixeira.