>Obras na BR 116 (1)

Obras na BR 116 (1)

Zona Sul

Prefeitos da região reuniram-se nesta semana com o 4º Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul do Exército, em Porto Alegre, para tratar das obras de duplicação da BR116, entre Guaíba e Tapes.
No encontro, o Exército mostrou interesse em assumir as obras nos lotes 1 e 2 da BR-116. Para isso precisa que o Governo Federal garanta R$ 50 milhões para começar a obra e outros R$ 60 milhões para a sua continuidade no ano que vem.
O encontro contou com a presença do prefeito de Barra do Ribeiro , Jair Machado, do prefeito de Guaíba, José Sperotto; prefeito de Tapes, Silvio Rafaeli; prefeita de Cristal, Fábia Richter; prefeito de São Lourenço do Sul, Rudinei Harter; prefeito de Arambaré, Alaor Pastoriza; prefeito de Sentinela do Sul, Flávio Trescastro; prefeito de Cerro Grande do Sul, Serginho, além da presença de deputados estaduais e deputados federais.
O General de exército, Geraldo Antônio Miotto, reforçou a intenção do exército de assumir a obra, mas disse que só fará isso se tiver a garantia de recursos e, por isso, precisa de apoio dos prefeitos e da frente parlamentar, que busca, junto ao governo federal, dinheiro para a obra.
O prefeito de Guaíba, José Sperotto, reforça que a obra é importante para o desenvolvimento e a segurança no trânsito de toda a região, mas destacou que a duplicação pode também acabar com um histórico de inundações no bairro Nova Guaíba: “A gente faz a limpeza e a desobstrução do sistema regularmente, mas, a tubulação, colocada há muitos anos pelo DNIT, é insuficiente para dar vazão ao volume de água no Arroio Passo Fundo, e isso causa transtornos pra toda a comunidade do bairro. Na reunião eu disse para o comandante de engenharia do exército, Coronel Rogério Siqueira, que é preciso fazer uma tubulação maior e mais apropriada. O Exército, assumindo a obra, se prontificou a solucionar esse problema”. A obra está parada há quase dois anos, quando a construtora Constran não conseguiu mais tocar a duplicação e entrou em recuperação judicial. Já entre Guaíba e Pelotas são 211 quilômetros divididos em 9 lotes. Cálculos atualizados apontam que toda a duplicação vai custar mais de R$ 1,3 bilhão.